São Paulo, 13 de janeiro de 2026
Os emplacamentos de motocicletas bateram recorde histórico, com alta superior a 17% em 2025. Setor em geral superou 5,1 milhões de unidades emplacadas no ano.
São Paulo, 13 de janeiro de 2026 – Com 4 dias úteis a mais do que em 2024, o setor automotivo encerrou o ano de 2025, com 5.124.544 unidades emplacadas, uma alta de 8,02% sobre o ano anterior, segundo dados divulgados pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. O crescimento geral, pouco maior do que o previsto pela entidade (7,2%), se deve ao protagonismo das motocicletas, que bateram recorde histórico, com aumento de mais de 17%, atingindo 2.197.308 unidades vendidas no mercado interno.
O mês de dezembro de 2025 teve 492.468 unidades emplacadas, resultado que representa crescimento de 12,28% em relação a novembro e 14,97% sobre dezembro de 2024, refletindo, entre outros fatores, o maior número de dias úteis no mês, que somou 22 dias, quatro a mais que em novembro.
“O desempenho do setor em geral se mostrou positivo, mesmo diante de um cenário de crédito mais restritivo, com taxas de juros altas. À exceção de caminhões e implementos rodoviários, todos os segmentos tiveram resultado positivo em 2025, em percentuais muito próximos aos estimados pela Fenabrave”, avalia Arcelio Junior, presidente entidade.
Emplacamentos em dezembro de 2025 e no acumulado
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Projeções estimadas pela Fenabrave para 2025

Emplacamentos de Veículos - Avaliação por Segmento








PROJEÇÕES PARA 2026
As projeções da Fenabrave para 2026 apontam crescimento total mais moderado do mercado, com 5,25 milhões de unidades emplacadas, representando alta de 6,1% sobre 2025.

Máquinas Agrícolas
Mesmo ainda sem o fechamento do ano de 2025, as expectativas para as vendas de máquinas agrícolas, no atacado, apontam para um crescimento global em torno de 3,4% em 2026.
O crescimento moderado deverá ser impulsionado por novas tecnologias (IA, motores a etanol) e potencial queda de juros, mas ainda poderá ser desafiado por custos elevados e crédito restrito. Fatores como preços das commodities e instabilidade externa podem frear investimentos por parte dos produtores rurais, apesar da boa safra esperada para o ano.
Dentro desse cenário, o setor deverá buscar diversificar fontes de crédito e focar em alternativas como consórcios para impulsionar as vendas.
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