Institucional Linha do tempo Fenabrave


A atuação dos distribuidores de veículos começou antes mesmo da instalação da indústria automobilística no Brasil. A partir da década de 50, com a chegada das montadoras e a produção local, os concessionários ampliaram suas operações, investiram em modernizações, formaram suas associações de marca e criaram a própria Fenabrave.

1893

Chega o primeiro carro ao Brasil
Agentes Importadores vendem carros

1910

1920

Surgem os primeiros Revendedores Autorizados
Novos Contratos de Concessão

ANOS
50

1961

Acovesp - Criada Associação dos Concessionários de Veículos de SP
Abrave - Surge Associação Brasileira de Revendedores Autorizados de Veículos

1965

1966

Abrave forma Comissões Internas de Estudo
Surgem Diretoria de Relações com as Fábricas

1967

1967

I Congresso dos Revendedores Autorizados da Regional Brasília
Surgem as primeiras Associações de Marca

1972
1974

1973

Associação Latino-Americana de Distribuidores de Veículos Automotores -surge a ALADDA
Renato Ferrari coordena texto para projeto-de-lei

1975

1977

Lei do Setor Automotivo aprovada no Lei do Setor Automotivo aprovada no Congresso Nacional
Presidente Ernesto Geisel veta a lei do setor

1979

1979

Distribuidores e Fabricantes reapresentam texto conjunto
Presidente João Figueiredo sanciona Lei Renato Ferrari 6729

1979

1979

Acontece em Brasília o Primeiro Congresso Nacional da Abrave
Primeira Convenção da Categoria

1983

1989

Transformação da ABRAVE em Fenabrave
Fenabrave constrói instalações em Brasília

1990

1990

Lei 8.132 altera artigos da LEI 6729/79
Fundação da Fenacodiv

1990

1992

Fenabrave participa das Câmaras Setoriais que lançam Projeto "Carro Popular”. Concessionários abrem mão de 2,5% de suas margens de comercialização para alavancar vendas.
Projeto Solução/Fenabrave beneficia menor carente

1996

1996

Fenabrave leva projeto de Renovação de Frota ao Governo
Fenabrave ganha nova sede

1997

1998

Fenabrave muda estrutura - Entidade passa a ter presidente profissional
Fenabrave lança movimento Rentabilidade Já!

1998

1999

Ação Já! É criada como nova bandeira de luta da categoria dos distribuidores
Distribuidores de veículos integram Acordos Emergenciais entre Governo, setor automotivo e trabalhadores.

1999

2000

Fenabrave vai ao CADE defender uma relação mais justa entre montadoras e concessionárias
Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, participa da Abertura do X Congresso Fenabrave, na Bahia

2000

2003

Fenabrave leva ao Governo Lula o Relatório Analítico do Setor e propostas para colaborar com os programas "Fome Zero' e "Primeiro Emprego”
Waldemar Verdi Jr., vice-presidente da Fenabrave, passa a fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo Lula.

2003

2004

Anteriormente denominada "Análise Mercadológica", em outubro de 2004, essa ferramenta foi reformulada a fim de atender as necessidades dos concessionários sob o título: Dados de Mercado Personalizados, divulgados pela Fenabrave.
Lançamento do 1º Anuário Estatístico Fenabrave, com informações de todos os segmentos para a Rede. As vendas de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros, como carretinhas para transporte) apresentaram crescimento de 9,60%, no comparativo com o ano anterior. Ao todo, foram emplacadas 2.543.346 unidades.

2004

2005

Lançamento do Programa de Capacitação ABAC/ Universidade Fenabrave. Uma parceria entre o setor da Distribuição e o Sistema de Consórcio.
Em outubro, Sergio Reze foi eleito Presidente da Fenabrave e comandou a entidade até 2011. Foram emplacadas 2.803.200 unidades, crescimento de 10,22% no comparativo com o ano anterior.

2005

2006

Em 2006, o XVI Congresso Fenabrave aconteceu em São Paulo. Simultaneamente ao Salão Internacional do Automóvel, favorecendo o estreitamento entre a entidade e as montadoras além de garantir maior presença de público concessionário no evento.
Foram emplacadas 3.279.188 unidades, crescimento de 16,98% no comparativo com o ano anterior.

2006

2007

Revista Dealer da Fenabrave retornou a publicação em versão impressa, com mais conteúdo e, também, editada em inglês.
Fenabrave se aliou à ABRACICLO para discutir uma série de assuntos ligados ao setor de Motocicletas, como campanhas educativas, segurança no trânsito e etc.

2008

2008

Lançada a TV Fenabrave o canal exclusivo para a comunicação e o crescimento do setor, elevando o melhor do crescimento corporativo para associados de todo o Brasil. Foram emplacadas 4.848.312 unidades, crescimento de 13,97% no comparativo com o ano anterior.
A Fenabrave passou a convidar um grupo seleto de jornalistas setoriais para a cobertura da Convenção NADA – National Automobile Dealers Association, nos Estados Unidos.

2009

2009

Lançamento do Prêmio ‘A Marca Mais Desejada’. Premiação promovida pela Fenabrave e organizada pela Scheuer Consultoria como parte da Pesquisa de Relacionamento com o Mercado, realizada pela Fenabrave dentro dos parâmetros utilizados pela NADA nos Estados Unidos. Foram emplacadas 4.842.582 unidades, retração de 0,12% no comparativo com o ano anterior.
Os segmentos de caminhões e implementos rodoviários cresceram 40% no acumulado em comparação ao ano anterior.

2010

2010

A Fenabrave promoveu diversos seminários como: ‘Gestão de Veículos Usados’, ‘Gestão de F&I’, ‘Workshop Fenabrave/BNDES’, entre outros. Foram emplacadas 5.444.099 unidades crescimento de 12,42% no comparativo com o ano anterior.
Criação do Grupo dos 20. Parceria firmada entre a Fenabrave e a entidade norte-americana NADA.

2011

2011

Fenabrave elege novo presidente para gestão 2011/2014: Flavio Meneghetti. Foram emplacadas 5.715.225 unidades, crescimento de 4,98% no comparativo com o ano anterior.
Diversas ações em defesa e manutenção da Lei 6.729/79 D Lei Ferrari, que regulamenta a relação entre as montadoras e as concessionárias.

2012

2012

Lançamento do novo portal Fenabrave reformulado e voltado às mídias sociais como Twitter e Facebook. Foram emplacadas 5.586.578 unidades, retração de 2,25% no comparativo com o ano anterior.
Reforma do Estatuto Fenabrave com a criação de urna comissão composta pelos assessores jurídicos da entidade e também Associações de Marca.

2013

2014

Fenabrave, Caixa e Banco PAN assinaram acordo de apoio às concessionárias para condições especiais de financiamento de veículo, além de produtos e serviços para as concessionárias.
A Fenabrave, a Fenacodiv e a Ouro Verde Meio Ambiente, criaram o Guia da Concessionária Ambientalmente Adequada a uma cartilha que instrui as concessionárias a serem ambientalmente sustentável. Foram emplacadas 5.458.537 unidades, retração do 2,29% no comparativo com o ano anterior.

2014

2015

Fenabrave elege Alarico Assumpção Jr. para presidente na gestão 2015/2017. Entidade completa 50 anos de atuação no setor
Criação do RENAVE (Registro Nacional de Veículos em Estoque) Lei 13154/2015. Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Distribuição de Veículos Automotores e da Mobilidade. Foram emplacadas 3.982.816 unidades, retração de 21,85% no comparativo com o ano anterior.

2015

2016

Modernização do Portal TELA (Portal de acesso restrito a concessionários cadastrados), que foi batizado de novo DMP – Dados de Mercado Personalizados, sistema desenvolvido internamente pela Fenabrave, que promove estratégias inovadoras e diversificadas por parte das Redes de Distribuidores em todo o País.
Para Fenabrave, 2016 foi avaliado como "o pior ano da história da Distribuição de veículos no Brasil nos últimos 11 anos". Este foi um dos setores da economia que mais sofreu com a crise econômica e política do País. O mercado retroagiu a volumes equivalentes aos anos de 2005 e 2006. Este resultado deve-se a fatores como a queda acentuada do PIB, incertezas geradas pela política, desemprego, baixo índice de confiança do consumidor e de investidores. Foram emplacadas 3.174.625 unidades, retração de 20,29% no comparativo com o ano anterior.

2016

2017

Alarico Assumpção Júnior é reeleito Presidente da Fenacodiv (2017-2020) e Fenabrave (2018-2020). Há 24 anos, o empresário atua na Fenabrave, como integrante do Conselho Deliberativo, atuando como Vice-Presidente e na Presidência Executiva entre 2009 e 2014. Assumiu a presidência da entidade entre os anos de 2015 a 2017, sendo reeleito para a gestão 2018 a 2020. A FENABRAVE contratou o ICDP-Internationational Car Distribution Program, estudo que apresenta as tendências sobre o Futuro de Negócio do Concessionário de Automóveis e Comerciais Leves no Brasil, da renomada instituição de pesquisa europeia, especializada na Distribuição de Veículos. O ICDP já realizou o mesmo estudo para a N.A.D.A., nos Estados Unidos e, também, para entidades na Ásia e na Europa.
O fechamento do ano de 2017 surpreendeu as expectativas da entidade. Ao iniciar 2017, a projeção inicial de vendas de veículos era negativa em mais de 20% e, ao longo do ano, as ações econômicas acertadas geraram efeitos positivos para o setor da Distribuição. Foram emplacadas 3.174.598 unidades, crescimento de 1,33% no comparativo com o ano anterior.

2017

2018

Os emplacamentos de veículos registrou crescimento consistente em 2018 com alta acumulada de 13,58%, somando 3.653.500 unidades, ante as 3.216.730 registradas em 2017.
A Diretoria Executiva da FENABRAVE esteve reunida para a estruturação do Planejamento Estratégico da Gestão 2018-2020. Foram criados os pilares estratégicos POLÍTICO, EDUCACIONAL e INTELIGÊNCIA DE MERCADO, e as comissões de trabalho, que contarão com suporte de todos os departamentos e assessorias da entidade.

2018

2019

O balanço final das vendas de veículos, no mercado brasileiro, em 2019, confirmou as projeções feitas pela FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, com alta acumulada de 10,48%, no acumulado do ano, somando 4.036.303 unidades, ante as 3.653.297 registradas em 2018. Este volume considerou todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos).
Em 28 de novembro de 2019, a FENABRAVE comemorou 40 anos da assinatura da Lei Ferrari, um dos maiores marcos históricos do Setor da Distribuição Automotiva. A entidade reuniu, em dezembro, para uma singela homenagem, mais de 120 pessoas, entre Presidentes de Associações de Marca, Diretoria Executiva da Federação, Regionais e Sincodiv’s, além de familiares de Renato Ferrari, que assistiram ao vídeo homenagem e receberam placa em reconhecimento aos esforços do autor da Lei 6729/79, que regulamenta o Setor e as relações entre Concessionários e Montadoras. Como parte das comemorações, a FENABRAVE criou um selo, usado em todas as comunicações da entidade, além de um slogan para marcar as conquistas do setor: “Nossa Força, Nossa Lei”.

2019


1918

Sistema CKD – Primeiras Montadoras no Brasil
Getúlio Vargas Funda a Cia. Siderúrgica Nacional – CSN

1941

1950

Volkswagen monta o Fusca no Brasil, ainda com peças importadas
Volkswagen do Brasil atrai fabricantes de autopeças

1953

1956

Presidente JK cria o GEIA – Grupo Executivo da Indústria Automobilística
Mercedes-Benz inaugura fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo – SP

1956

1956

Surge a Anfavea – Assoc. Nac. dos Fabricantes de Veículos Automotores
Sedan-Turismo, da DKW-Vemag é apresentado – primeiro carro com 50% das peças nacionalizadas.

1958

1969

Indústria comemora 2 milhões de carros produzidos no Brasil
Produção chega a 905 mil unidades ao ano

1974

1981

Indústria produz 67% do que produziu em 1980
Plano Cruzado – Procura é maior que a oferta

1986

1990

Crise econômica leva a demissões na indústria automobilística.
Criação do Projeto “Carro Popular” – Concessionárias abrem mão de 2,5% das margens de comercialização.

1992

1992

Fenabrave participa das Câmaras Setoriais que lançam Projeto “Carro Popular”. Concessionários abrem mão de 2,5% de suas margens de comercialização para alavancar vendas.
Indústria produz 1.629.008 unidades

1995

1995

Indústria brasileira enfrenta a “Febre dos Importados”
Projeto Solução/Fenabrave beneficia menor carente

1996

1996

Fenabrave leva projeto de Renovação de Frota ao Governo
Produção recorde – 2.069.703 veículos – Fonte: Anfavea

1997

1997

Fenabrave ganha nova sede
Queda na produção anual de 23,38% - Reflexo Crise Asiática e Russa. Fonte: Anfavea.

1998

1998

Fenabrave muda estrutura – Entidade passa a ter presidente profissional
Fenabrave lança movimento Rentabilidade Já!

1998

1999

Ação Já! É criada como nova bandeira de luta da categoria dos distribuidores.
Distribuidores de veículos integram Acordos Emergenciais entre Governo, setor automotivo e trabalhadores

1999

2000

Fenabrave vai ao CADE defender uma relação mais justa entre os montadoras e concessionárias.
Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, participa da Abertura do X Congresso Fenabrave, na Bahia.

2000

2003

Fenabrave ao Governo Lula o Relatório Analítico do Setor e propostas para colaborar com os programas “Fome Zero” e “Primeiro Emprego”
Waldemar Verdi Jr., vice-presidente da Fenabrave, passa a fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo Lula.

2003

2004

Crescimento de 37,51% nas exportações de automóveis e tratores.
O consumo de veículos ajudou a impulsionar o setor de bens de consumo duráveis a crescer 21,8% este ano

2004

2005

A indústria automobilística gerou uma receita bruta de, aproximadamente, 2 trilhões de euros.
Foram emplacados 2,8 milhões de veículos no país.

2005

2006

Criação do PROMOT – Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares
Criação do Programa ProCaminheiro pelo BNDES

2006

2007

Anfavea comemorou 50 anos da indústria automobilística
A indústria brasileira comemorou a produção de 70 milhões de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus).

2007

2008

Foram produzidos 3 milhões de veículos flex no Brasil
O Salão Internacional do Automóvel de São Paulo apresentou 450 modelos no evento.

2008

2009

Exibição da etiqueta veicular nos automóveis com a identificação do consumo de combustível
Lançamento do BNDES PSI para caminhões, ônibus e implementos rodoviários

2009

2010

A produção de veículos cresceu 10% em 2010 com 3,38 milhões de unidades produzidas no país
O ano de 2010 foi de recuperação para todos os segmentos automotivos. Os segmentos de caminhões e implementos rodoviários tiveram o maior aumento acumulado, chegando a um crescimento de 40% no ano.

2010

2011

Anúncio do Plano Brasil Maior, que propôs medidas protecionistas à indústria automotiva nacional, contemplando o aumento do IPI, em até 30 pontos percentuais, para as marcas fora do Mercosul que não tivessem índice de nacionalização mínima de 65%
Ano recorde de vendas de veículos. Foram emplacadas 5,7 milhões de unidades no pais.

2011

2012

Introdução do EURO 5, norma de emissões PROCONVE, também denominada P7 para caminhões e ônibus
Criação do programa inovar-Auto que teve o objetivo de ampliar a competitividade do setor, por meio de investimentos em pesquisas e desenvolvimento, inovação tecnológica e a redução de emissão de gases.

2012

2013

Cadeia automotiva propõe Programa Nacional de Renovação de Frota e a Fenabrave é uma das entidades participantes do projeto
Anúncio do Decreto de isenção de ICMS para veículos de Pessoas com Deficiências

2013

2014

Anfavea apresenta estudo sobre o mercado brasileiro de autoveículos: “2034 D Uma visão do Futuro”.
Anfavea altera classificação dos veículos comerciais leves/SUBOs, que passou a fazer parte da base de dados de automóveis.

2015

2015

Fenabrave, ANFAVEA, Abac, Abraciclo e Anfir criaram o Festival do Consorciado Contemplado, com o objetivo de estimular o mercado de autoveículos por meio das cotas de consórcio contemplados.
As exportações de veículos apresentaram em 2016 uma alta de 25% sobre o ano anterior, segundo a Anfavea. O resultado positivo foi reflexo do esforço dos fabricantes em negociar com novos mercados e aumentar as exportações para aqueles países onde já existem relações comerciais estabelecidas.

2016

2016

Comemoração dos 60 anos da ANFAVEA. Entre as grandes realizações da indústria automotiva nacional nas últimas seis décadas, a Associação destacou o desenvolvimento dos motores flexíveis, tecnologia atualmente presente em quase 90% dos veículos novos vendidos no País. Além, dos investimentos das empresas do setor que estão em curso no Brasil, destinados às áreas de Pesquisa & Desenvolvimento e de engenharia, motivados pelo Inovar-Auto
Exportações de veículos registra melhor ano da história em 2017. Foram 762 mil unidades exportadas, alta de 46,5% na comparação com 2016. Na avaliação de Antonio Megale, presidente da Anfavea, “2017 ficou marcado positivamente. Primeiro porque batemos o recorde histórico das nossas exportações e, segundo, porque foi de fato o ano da retomada do crescimento após quatro anos seguidos de queda. Os indicadores melhoraram ao longo dos doze meses, o que permitiu um desempenho aquecido no segundo semestre

2017

2018

A produção de motocicletas fechou 2018 em alta, e superou as expectativas da ABRACICLO. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, registrou crescimento de 17,4 em 2018 comparado ao ano 17,4% em 2018 comparado ao ano anterior. Já as vendas no varejo, com base nos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) bateram 940.108 unidades, representando um crescimento de 10,5 sobre 2017.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE), a produção industrial cresceu nacionalmente 1,1% em 2018. Produtos de bens de consumo puxaram a fila como saúde, agro negócio, tecnologia, confecções, calçados, alimentos e bebidas.

2018

2019

Em 19 de setembro de 2019, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – ANFAVEA, celebrou 40 anos da assinatura do documento que mudaria para sempre a frota brasileira de veículos, o protocolo de plena adesão ao Programa Nacional do Álcool (Pró-álcool), assinado por todas as suas 25 associadas. Na época, representantes da ANFAVEA, então presidida por Mário Bernardo Garnero, entregaram o protocolo ao Presidente da República João Batista Figueiredo . A grande vantagem do etanol é emitir menos poluentes na comparação com a gasolina, sem falar na sustentabilidade representada por uma fonte natural e renovável, cujo plantio neutraliza com folga as emissões da frota que usa esse combustível.
O mercado interno foi o grande responsável pelo crescimento de 2,3% na produção acumulada do ano, apesar da baixa de 31,9% nas exportações provocada pela aguda crise argentina. O segmento de caminhões foi o principal destaque positivo, com alta de 33,2% nos emplacamentos e de 7,5% na produção. Os ônibus também apresentaram forte recuperação - crescimento de 38,8%. Já o setor de máquinas agrícolas e rodoviárias teve recuo de 8,4% nas vendas e de 19,1% na produção, com alta de 1,5% nas exportações. 2019 foi terceiro ano consecutivo de recuperação nos volumes de vendas e produção.

2019


1903

Brasil agrário exportador
Começa processo industrial no Brasil

1910

1930

Indústria é principal atividade econômica
Presidente JK - Brasil deve crescer 50 anos em 5

ANOS
50

1961

Presidente Jânio Quadros renúncia e pais amarga crise econômica e política
Economia dá sinais de recuperação

1965

1968
1973

PIB cresce 11% ao ano - É o "Milagre Brasileiro"
Crise do petróleo

1973
1974

1979

Brasil lança projeto Pró-Álcool
Inflação bate 110% ao ano

1980

1986

Governo Sarney lança o Plano Cruzado
Brasil pede Moratória ao FMI

1987

1990

Plano Collor - Poupança é Confiscada
Plano Collor II - Abertura de Mercado para Importação de Veículos (115 unidades importadas)

1990
1991

1991

Câmaras Setoriais são ativadas
Plano Real - Moeda brasileira ganha estabilidade (R$ 1,00 = US$1,00)

1994

1994
2000

Governo conserva juros altos para manter economia estável
Brasil pede ajuda ao FMI

1999

1999

Governo promove acordos emergenciais no setor automotivo com redução de impostos para manutenção de empregos.
Maxidesvalorização do Real diante do dólar (Fax/ 1999: US$1,00 = R$2.06)

1999

2000

Brasil anuncia recuperação gradual da economia
Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, participa da Abertura do X Congresso Fenabrave, na Bahia.

2000

2000

Fenabrave vai ao CADE defender uma relação mais justa entre montadoras e concessionárias
Brasil recorre ao FMI (US$30 bilhões)

2002

2003

Reformas Previdenciária, Tributária e Controle Inflacionário são plataformas do Governo Lula.
Governo lança projetos contra a fome e para geração de empregos.

2003

2003

Taxa de Juros permanece em alta para conter inflação.
Waldemar Verdi Jr., vice presidente da Fenabrave passa a fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo Lula.

2003

2004

O crescimento do PIB chegou a 6%, o maior desde 1970
Segundo o IBGE, os responsáveis pelo crescimento da economia este ano foram a indústria, o consumo das famílias e a retomada dos investimentos

2004

2005

Sete milhões de pessoas subiram para classe média, segundo a Fundação Getúlio Vargas - FGV.
Prevaleceu urna tendência à valorização do Real, em decorrência do grande influxo de dólares.

2005

2006

Brasil cresceu 3,5% e o setor da Distribuição Automotiva atingiu um patamar de 16,98%
O Brasil apresentou superávit comercial de US$ 114.5 bilhões, o maior da história.

2006

2007

A economia brasileira cresceu 4% neste ano.
O setor sucroalcooleiro movimentou R$ 50 Bilhões no ano representou 1,5% do PIB.

2007

2008

Falência do barco de investimentos Lehman Brothers, dando início à crise que abalou o mundo.
O Governo divulgou um pacote de medidas para estimular as vendas do setor automotivo, como redução de IPI e IOF

2008

2009

Produto Interno Bruto (PIB) retraiu 0,33% em 2009
As laxas de juros reais caíram significativamente no pais e chegaram a 4,8% a.a. de juros reais

2009

2010

Em 2010 o PIB nacional apresentou crescimento de 7,5%.
A taxa de desemprego diminuiu de 11,3% (2003) para 6,1% em 2010.

2010

2011

As exportações brasileiras saltaram de um patamar de US$ 55 bilhões no ano 2.000 para US$ 256 bilhões em 2011, enquanto as importações de US$ 56 bilhões para US$ 226 bilhões
Elevação da laxa de juros para financiamento de veículos entre 30 e 60 meses e o IOF

2011

2012

Os bancos públicos tiveram um papel do destaque após o início da crise econômica internacional e, também a partir de abril de 2012, quando foram acionados peio governo federal para reduzir o spread bancário.
Em maio de 2012, governo anunciou a redução do IPI para automóveis e comerciais leves para estimular vendas do setor.

2012

2013

O agronegócio representou 24% do PIB nacional, segundo a ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio
A redução de IPI aumentou a arrecadação de impostos.

2013

2014

Fim do IPI reduzido, em 31 do dezembro de 2014.
A Copa do Mundo realizado no Brasil impactou na desaceleração da economia do País.

2014

2015

Produto Interno Bruto - PIB encerrou 2015 negativo em 3,4%
Perda de 1 milhão de empregos, além de dólar superar R$ 4,00. Reflexos da tumultuada situação política e econômica do País.

2015

2016

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu pelo segundo ano seguido em 2016 e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa (em 2015 retração no PIB de 3,8%) só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.
O resultado negativo do PIB de 2016 foi o reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

2016

2017

Com a retomada ainda que lenta da economia, o mercado no geral sentiu reflexos positivos com as quedas sucessivas dos juros e da inadimplência, o aumento da empregabilidade e um melhor acesso ao crédito resultaram na melhora nos índices de confiança e expectativa do consumidor e do empresário, fazendo com que aumentasse o consumo em várias áreas.
Segundo dados do Banco Central, este ano, a concessão de crédito, com recursos livres para pessoas física e jurídica, para financiamentos de veículos, somou R$ 99,2 bilhões, alta de 23,73% sobre o ano anterior, quando foram liberados cerca de R$ 80,2 bilhões. Foi melhor resultado desde 2014, quando os recursos destinados a esses financiamentos somaram R$ 107,9 bilhões.

2017

2018

Depois de um período de recessão, o PIB brasileiro voltou a crescer e a confiança do consumidor e, principalmente, dos empresários em investir. A inflação e juros baixos, famílias e empresas menos alavancada e início da retomada do emprego foram fatores positivos, onde os consumidores e empresários permaneceram mais confiantes na retomada da economia, após um ano agitado, por conta da disputa eleitoral.
A inflação brasileira fechou 2018 em 3,75%, segundo o IBGE, na esteira da lenta retomada da atividade econômica no país, da queda mais recente do preço dos combustíveis e da redução do preço dos alimentos frente ao verificado dois anos antes. "Podemos dizer que a inflação encerrou 2018 sob controle", afirmou Fernando Gonçalves, gerente do Sistema Nacional de índice de Preços do IBGE.

2018

2019

A economia brasileira encerrou o ano de 2019 com um crescimento de 1,1%, abaixo das expectativas iniciais. Ainda assim, o resultado discreto da economia não influenciou o desempenho do setor, que encerrou o ano com um desempenho bastante positivo e uma evolução em torno de 11% quando computados todos os segmentos. Contribuíram, para esta boa performance, o aumento de oferta do crédito, por parte dos bancos privados, associado à queda nas taxas de juros, em função de uma inflação muito bem acomodada.
Com mais de 569 mil unidades financiadas, o ano de 2019 teve o maior volume de financiamentos – considerando veículos novos e usados de autos leves, motos e pesados. Os números são da B3, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do País, que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil.

2019