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Produção industrial reforça nova queda da Selic, diz economista | ![]() |
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Os dados da produção industrial divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforçam a ideia de que a taxa de juro básico (Selic) vai continuar no nível mínimo histórico por um período prolongado, com a taxa sofrendo apenas mais uma redução de 0,50 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em agosto deste ano. A avaliação é da economista Fernanda Consorte, do Banco Santander. "Se a retomada da atividade acontecer, não tem por que baixar mais o juro. O Banco Central [BC] deve reconhecer que já fez bastante e que tem de esperar os efeitos dos últimos cortes [e medidas de incentivos fiscais]", afirmou. O Santander acredita que a atividade dará sinais de retomada no segundo semestre, o que corrobora a sua visão de que a taxa Selic fechará 2012 em 7,50% e prosseguirá nesse nível até meados do ano que vem. "Há uma combinação de fatores favoráveis a uma retomada no segundo semestre", disse a economista. Fernanda ressaltou que, com os dados do IBGE desta quarta-feira a estimativa do banco, de queda de 0,50% na produção industrial no fechamento de 2012, ganha viés de baixa. "Mas ainda acreditamos numa retomada considerável da indústria a partir do segundo semestre", complementou a economista. |
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